Activistas Detidos Em Luanda Quando MPLA Reelege Ditador JES

POLÍCIA NACIONAL DO MPLA TENTA PRENDER ACTIVISTAS EM LUANDA PARA MANCHAR VII CONGRESSO DO PARTIDO.
Segundo MC Life « fomos Detidos quando estivemos em campanhã ...de distribuição de Panfletos que visa mobilizar os Angolanos para marcar prensença na Manifestação de Amanhã, que vai exigir a Demissão de José Eduardo ! nos prenderam e nos levaram até no Cassequel onde fomos postos em Liberdade Minutos depois »Confirmou o Rapper MC Life Adão Bunda
‪#‎DETENÇÃO‬ DE ACTIVISTAS EM LUANDA
Segundo Adão Bunga« foram detidos os Manos MC LIFE ADÃO BUNGA. LUSTON MABIALA , Chinguar , Valdemar Aguinaldo Kid 27 maio , Sargento e Mais 5 ativistas que ainda não Foram identificados , a alguns minutos no largo 1" de Maio quando os mesmo se preparavam para distribuição de Panfletos {cartazes} para a Manifestação prevista para AMANHA . 20 de Agosto no largo 1 de Maio….
Segundo Adão Bunga Pretendem exigir a Demissão de José Eduardo dos Santos que foi hoje reeleito no  VII congresso ordinário, que arrancou esta Quarta Feira 17.08 em Luanda com a participação de 2.620 delegados de todo o país e do estrangeiro, decorre até 20 de Agosto e prevê a reeleição de José Eduardo dos Santos, candidato único ao cargo de presidente do MPLA, a análise e aprovação da Moção de Estratégia do líder do partido e a confirmação da nova composição do Comité Central.
A moção traça a estratégia de José Eduardo dos Santos para o mandato de cinco anos – é o único candidato a sufrágio no congresso do MPLA que termina no sábado -, mas o líder do partido ainda não se pronunciou sobre a sucessão, tendo em conta o anúncio que fez em Março, que pretende abandonar a vida política activa em 2018.
Um dos focos da apresentação desta moção centrou-se na componente da reforma do Estado e foi explicada aos militantes por Carlos Feijó, membro do Bureau Político do MPLA. Nesta área, o partido no poder em Angola compromete-se a desburocratizar e modernizar as instituições públicas, incentivar a instalação de empresas e melhorar o ambiente de negócios, prometendo também o combate à corrupção.
Será ainda elaborada “legislação sobre o poder local”, para serem realizadas eleições autárquicas, as primeiras no país em mais de 40 anos de independência.
Igualmente em destaque figura o “fortalecimento e modernização do sistema de defesa e segurança nacional” e o objectivo de “reestruturar e adaptar à Constituição os serviços de inteligência”. Ainda nesta componente, a moção de José Eduardo dos Santos aponta a criação de uma indústria nacional de Defesa, capaz de assegurar as necessidades de víveres, vestuários e outros meios logísticos.


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